quinta-feira, 18 de outubro de 2007

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Editoria: OPINIÃO

Depois de algumas semanas bastante corridas, cá estou novamente! Como a Mari havia anunciado, nesse post publicarei o texto escrito por mim para o Laboratório de Jornalismo. Durante algumas aulas produzimos um jornal, tendo uma noção do que é estar numa redação, salvo as devidas proporções, claro.
O texto apresentado a seguir faz parte da editoria de Opinião do jornal LabJor que será impresso no final do semestre. A minha primeira (e da maioria dos colegas) publicação. Os primeiros passos de uma carreira que inicia nas aulas da faculdade!


Todos os dias, notícias nos atropelam através dos meios de comunicação do país, escandalizando (ou não mais) a população com falcatruas, violência, roubos e muitos outros problemas que assolam o país, porém, pouca atenção é destinada a mais uma vergonha brasileira - não menos importante que a falta de caráter de muitos que encontram-se no poder: a aversão dos brasileiros aos livros.
É certo que o hábito da leitura exercita a mente, desenvolve raciocínio, traz conhecimento e, por consequência, maior capacidade de argumentação, melhor capacidade de comunicação, e por aí vai. Num país como o Brasil, em que uma pesquisa publicada na revista britânica “The Economist” em 2006, mostra que sua população ficou em 27º em um ranking de 30 países, gastando 5,2 horas por semana com um livro, é de se esperar as situações sociais e econômicas em que se encontra.
E o problema não está somente nos preços altíssimos dos livros (para a renda do brasileiro). Está também na “preguiça de ler”, incrustada na maioria dos brasileiros. E isso é o mais difícil e demorado de se resolver, já que implica em mudanças de costumes, de hábitos de toda população e de líderes que, durante séculos, negligenciaram a educação no Brasil.
O desenvolvimento de uma nação não pode ser medido pelo nível de alfabetização, afinal, simplesmente saber ler e não estar em contato com a leitura, de preferência diariamente, não garante a formação de uma população crítica capaz de receber informações, interpretá-las e interferir num sistema de maneira consciente e sensata. No Brasil ainda lemos muito pouco, mesmo considerando o hábito de leituras em jornais e revistas (mais comum entre os brasileiros). O Plano Nacional do Livro e Literatura (PNLL) do governo federal informa que atualmente, o índice de leitura no Brasil é de 1,8 livro por habitante por ano. Na Colômbia o índice é de 2,4 livros. Nos Estados Unidos é 5 e na França é 7. mesmo considerando o hábito de leituras em jornais e revistas (mais comum entre os brasileiros), comparando-se a países desenvolvidos.
O gosto pela leitura desenvolve-se com a prática. Numa sociedade desenvolvida, o indivíduo tem seus primeiros contatos com livros logo na infância. Ler torna-se parte do mundo infantil e a criança desenvolve uma certa intimidade com as letras e as palavras que muitos brasileiros, por exemplo, só vão criar quando chegarem nas aulas de literatura da escola (os que têm a oportunidade de chegar). E aí surge o trauma, já que ler por obrigação e sem interesse, a quem pouco teve contato com livros, é crucial para o desenvolvimento de uma aversão à leitura.Para melhorar essa situação são realizados todos os anos encontros e eventos, como por exemplo a Jornada de Literatura em Passo Fundo, e a Feira do Livro em Porto Alegre, que visam a aproximação do público com o mundo da palavra escrita, de maneira dinâmica e atraente, possibilitando o acesso a obras literárias e o desenvolvimento pelo gosto da leitura.
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Postado por Nicole Pandolfo

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Textos do Jornal

Aqui abaixo estão os textos ( mais de um porque uma colega não foi mais a aula) que escrevi para a editoria Mundo do jornal da turma.
A foto não estará no jornal e, provavelmente, o título da matéria sobre as eleições não é este, mas eu realmente não me lembro o que botei.

Obs. A Niki postara em breve a matéria dela :)



postado por Mari

Palestina x Israel

Foguete atinge campo de treinamento israelense deixando 69 soldados feridos. A autoria do ataque foi reivindicada por grupos radicais islâmicos, que exigem que Israel deixe de controlar as fronteiras, o espaço aéreo e o território marítimo da área.

O primeiro-ministro de Israel convocou uma reunião para decidir se haverá alguma resposta ao ataque, como invadir a Gaza ou punir a população, com cortes no fornecimento de água potável, combustíveis e eletricidade.

Como se vota nos EUA



Nos EUA eleição é decidida pelos delegados do colégio eleitoral. Cada estado tem um número determinado de delegados, que é proporcional ao número de representantes no Congresso. Por isso o maior número de votos não garante a vitória. Normalmente as decisões do colégio eleitoral e do povo coincidem, mas podem acontecer casos (eleição de 2000), em que apesar das urnas derem mais votos a um candidato, o colégio eleitoral dá a vitória a outro



Inicia a corrida para Casa Branca

(da esq. p/ dir. Hillary Clinton, Barack Obama, Rudolph Giuliani e Fred Thompson)


Em novembro, ocorrem as votações dos partidos republicano e democrata para oficializar quem irá representá-los nas eleições presidenciais dos EUA em 2008. Ambos os partidos estão realizando várias sondagens de intenções de voto e campanhas inovadoras, como debates pelo YouTube (site popular de vídeos) com estudantes, para recrutar e motivar novos eleitores, já que nos Estados Unidos o voto não é obrigatório.

No partido democrata, apesar da grande popularidade do senador Barack Obama, a senadora Hillary Clinton é a grande favorita à Casa Branca, com uma vantagem larga sobre o segundo colocado, Obama. A senadora tem apoio dos eleitores democratas, que a consideram mais competente e experiente que os outros candidatos. Entre suas promessas de campanha incluem-se retirar as tropas americanas do Iraque, reparar alianças externas, resolver os problemas econômicos internos e outras que estão enumeradas no seu site, sob o título “10 razões para votar em Hillary”. Al Gore desistiu de lançar candidatura, contrariando as projeções dos especialistas.

Já no partido republicano a disputa é mais acirrada e imprevisível. Rudolph Giuliani, John McCain e Mitt Romney são os principais aspirantes à candidatura. Por enquanto Giuliani se mantém na liderança com oito pontos de vantagem sobre McCain. Mas especula-se que quando o ex-governador Thompson entrar oficialmente na corrida os números se alterarão a seu favor.

Porém os republicanos terão mais problemas para chegarem à Casa Branca, pois o partido passa por uma crise de popularidade causada pelas atitudes tomadas pelo atual presidente George W. Bush. Por isso, os candidatos tentam se desassociar do Governo Bush deixando bem claro que apesar de serem do mesmo partido, não apóiam a forma como os problemas internos e as relações diplomáticas foram administrados nesses últimos anos.

É interessante analisar também os novos perfis dos futuros presidentes. Hillary, candidata mais expressiva, é a primeira mulher a almejar a presidência dos Estados Unidos. Obama, principal opositor de Hillary, poderá ser o primeiro afro-americano a se candidatar.